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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Comem pouco e comem mal: a malnutrição mata 300 crianças por hora em todo o mundo



quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

APAV soma 10.152 crimes contra crianças e jovens em dez anos

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Hospital dos Pequeninos






Estão abertas até 18 de Novembro as inscrições para a 10.ª edição do projecto Hospital dos Pequeninos, que a Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa (AEFML) leva a efeito, de 21 a 26 de Novembro, no Refeitório I dos Serviços de Acção Social da Universidade de Lisboa. O projecto destina-se a crianças entre os 3 e os 7 anos de idade.
Colaboram no projecto os alunos de Ciências Farmacêuticas, Enfermagem e Medicina Dentária, através das respectivas associações de estudantes.

A iniciativa pretende reduzir a ansiedade que as crianças sentem quando confrontadas com a presença de um profissional de saúde, nomeadamente em consulta.

Prevê-se a participação de cerca de 2000 crianças. O projecto tem capacidade para receber aproximadamente 50 crianças/hora.

As inscrições são feitas por telefone (21 781 88 90), das 09h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, nos dias úteis.


Fonte: aqui

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Crianças publicam estudo em revista científica


Um grupo de crianças entre 8 e 10 anos de uma escola britânica levou a cabo um estudo sobre as abelhas e conseguiu vê-lo publicado na revista “Biology Letters”, da Royal Society.

A Royal Society é uma das associações científicas mais tradicionais e prestigiadas do mundo, sendo muito exigente ao aceitar novos investigadores, pelo que foi uma grande surpresa quando estas crianças o conseguiram, ao publicar o seu trabalho.

O estudo versa sobre a capacidade das abelhas de usar padrões de cores para escolher as flores das quais vão recolher o pólen e foi realizado com o acompanhamento do neurocientista Beau Lotto, da University College London, pai de uma das crianças da escola.
Os jovens investigadores, que fizeram o seu trabalho de forma séria, desenhando tabelas em lápis de cor para recolher os dados e escrevendo depois os resultados, concluíram que as abelhas podem seguir combinações de cores como forma de orientação no espaço e na tomada de decisão da flor a escolher.

As crianças chegarão também à conclusão de que a ciência é divertida, já que lhes dá a capacidade de descobrir coisas que ninguém antes sabia. O director da revista defende também este ponto, desejando que com a publicação desta investigação os jovens percebam que a ciência não é um mundo fechado, mas sim algo aberto para todos e qualquer um.

A investigação foi publicada juntamente com o comentário científico de dois especialistas, Laurence Mahoney, da Universidade de Nova York, e Natalie Hempel de Ibarra, da Universidade de Exeter, que cobriram desta forma a falta de referências bibliográficas do trabalho das crianças.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Playreport - uma iniciativa do IKEA

terça-feira, 4 de maio de 2010

Crianças em risco

Um Olhar sobre o problema das Crianças em Risco. Um blogue que todos devem consultar



sábado, 6 de março de 2010

Diz NÃO ao BULLYING

Todos nós temos o direito de viver sem violência! Todos nós temos o dever de denunciar todas as situações de violência escolar que tivermos conhecimento.

Consulta e divulga no teu blogue o Portal de Luta contra o Bullying 

segunda-feira, 1 de março de 2010

Deixem as crianças serem apenas CRIANÇAS

domingo, 17 de janeiro de 2010

A tecnologia como ponte para a solidariedade...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Bebés choram na sua língua materna

Estudo de Universidade de Würzburg compara choro de recém-nascidos franceses e alemães



Choro de recém-nascido francês à esquerda e alemão à direita


Desengane-se quem pensava que os todos os bebés choravam da mesma forma. Um estudo da Universidade de Würzburg revela que, na verdade, os bebés choram na sua língua materna. Os investigadores analisaram o choro de 60 recém-nascidos, metade de famílias de língua francesa e outra metade alemã, entre três e cinco dias depois do seu nascimento e chegaram à conclusão de que os bebés captam elementos do que será o seu idioma ainda na barriga da mãe. O estudo está publicado na «Current Biology».

A antropóloga Kathleen Wermke, uma das investigadoras, explica que os recém-nascidos “não só são capazes de reproduzir tonalidades sonoras distintas quando choram como também utilizam as ‘pautas’ típicas do idioma que ouviram no último trimestre da gestação”. As investigações realçam assim a importância do choro no desenvolvimento da linguagem.

Na experiência verificou-se que os bebés franceses tinham tendência para chorar num tom ascendente enquanto os alemães num tom descendente. Esta é uma característica que diferencia as duas línguas.

Já se sabia que a exposição ao idioma antes do nascimento tinha influência na percepção dos recém-nascidos. Contudo, pensava-se que os efeitos na pronunciação de sons aconteciam muito mais tarde.

O estudo acrescenta que os recém-nascidos percebem o conteúdo emocional das mensagens da mãe pela entoação e sentem uma forte motivação para a imitar, tendo como finalidade a criação de laços afectivos. De resto, a entoação da mãe é o único aspecto da linguagem que conseguem imitar.


Artigo: Newborns' Cry Melody Is Shaped by Their Native Language

Fonte: Ciência Hoje

domingo, 26 de abril de 2009

Ter talento...

Uma criança que fascinou tudo e todos com o seu talente, simples e mágico...

Vale a pena ouvir...



Fátima Campos

segunda-feira, 16 de março de 2009

A menina da Pena

A reportagem de Mafalda Gameiro, do dia 4-03-2009, conta-nos a história da menina da pena, uma criança, que vive numa pequena aldeia do distrito de Viseu - a aldeia da PENA.

É uma história que vale a pena ser contada e recontada...

A infância, longe da grande cidade, das tecnologias, do stress...

Brincar com as pedras, no vale, na montanha...

Fátima Campos

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

A guerra também pode ser um palco de ternura...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Educar é...