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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Plasticina caseira

Plasticina caseira





- 355 ml de água
- 236g de amido de milho (maizena)
- 476g de bicarbonato de sódio
- 1 colher de sopa de óleo
- corante alimentar

Nota: a medida de 1 cup poderá ter várias conversões em gramas dependendo do ingrediente, geralmente menos quantidade se for seco e mais quantidade se for líquido. Eu simplesmente fiz a conversão como se fossem ml e usei a medida em gramas. O meu resultado final foi bom e por isso coloquei a receita tal como eu a fiz. Poderá ter ficado um pouco mole demais, por isso podem tentar fazer com menos maizena e bicarbonato de sódio, mas não retirem muito, apenas algumas gramas.

Preparação:

1- Colocam todos os ingredientes numa panela (com excepção do corante) e levam a lume brando até começar a engrossar. Primeiro vai formar uns grumos estranhos mas continuem a mexer que desaparecem.

2 - Depois de engrossar fica algo deste género:



3 - Coloquem em cima de um tapete de silicone ou de uma bancada e amassem para ficar com um aspecto mais homogéneo e depois dividam em 6 bolinhas pequenas. Coloquem corante alimentar para fazer as cores pretendidas. As minhas ficaram assim com cerca de 1 colher de chá mal cheia de corante alimentar. Utilizei as cores primárias (azul, vermelho e amarelo) e misturei-as para fazer depois as secundárias. Ficará algo deste género:



4 - Brincar, brincar, brincar...
(não sei se repararam mas aqui a mamã também brinca... ihihih)
5 - No fim colocar em sacos hermeticamente fechados e guardar até uma próxima utilização.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Exposição de trabalhos de expressão plástica


























terça-feira, 31 de maio de 2011

Os nossos alunos partilham os seus saberes nas instituições de formação em contexto de trabalho

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O SETANIMA já tem site


O projecto "Setanima" - 1º festival de cinema de animação da cidade de Setúbal já tem site.

Parabéns ao Fábio pelo seu espírito criativo e empreendedor.


quinta-feira, 22 de abril de 2010

DIZ NÃO À FOME | Escola dos Arcos | 19 de Abril de 2010

No dia 19 de Abril a turma colaborou com o projecto "Os rostos da FOME" na iniciativa junto de 70 alunos da Escola dos Arcos denominada " DIZ NÃO À FOME"

O grupo está de parabéns pela forma como respondeu ao desafio.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Inicio das actividades do projecto CONECTANDO MUNDOS


terça-feira, 20 de outubro de 2009

O mundo fascinante das marionetas...




O mundo das marionetas é um mundo fascinante...
Em Virtual Puppeteers é possível criarmos as nossas marionetas, colaborar com outros artistas e apresentar os nossos próprios espectáculos.

Fascinante para grandes e pequenos artistas...

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O Monte Selvagem - uma viagem muito especial com uma companhia ainda mais especial


No seguimento do concurso "pintas e pinturas" a nossa turma, deslocou-se, hoje, ao Monte Selvagem, acompanhada dos dignos vencedores deste concurso.

A sala de Jardim de Infância do Infantário Sorrizinho, acompanhada por três adultos, juntaram-se à nossa turma, numa viagem selvagem, a um mundo cheio de animais e diversões.
Os nossos jovens acompanharam o grupo, tendo a seu cargo três crianças, por grupo de dois alunos.
A experiência foi muito positiva e a visita valeu a pena, pelo contexto, pelo convívio e sobretudo pela prática pedagógica em que os nossos jovens estiveram envolvidos.
Noutros "posts" colocaremos mais informações sobre o nosso dia no "monte selvagem"...

Fátima Campos

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Escolas Amigas


O projecto Escola Amiga, tem como principal objectivo, aproximar os jovens do curso profissional de técnicos de apoio à infância, do mundo das profissões e das instituições de apoio à infância.
Os infantários, Gotinha de Água, Centro Comunitário du Bocage, Centro Social Nossa Senhora da Paz, Palmo e Meio e Sorrisinho, abriram as suas portas à turma e revelaram um pouco do dia-a-dia de uma instituição de apoio à infância.

A experiência mostrou ser gratificante, para todos os jovens, que revelaram nos seus comentários, o porquê de terem escolhido este curso e o gosto de estarem e de trabalharem com crianças.

O caminho é certamente ainda muito longo, mas o projecto já atingiu um dos seus objectivos: o contacto com instituições de apoio à criança e a possibilidade de contacto directo com o dia-a-dia das instituições. Procurar-se-á não perder o contacto e manter a porta das instituições sempre aberta para outras actividades.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

27 de Março - Dia Mundial do Teatro - Praça do Bocage

segunda-feira, 23 de março de 2009

Dia 27 de Março - Vamos comemorar o dia do Teatro...

domingo, 22 de março de 2009

Conta-me uma história ( História contada pela professora Rosa Duarte)


“Filho és, pai serás”
História contada e recontada pela professora Rosa Duarte

Conta-se que, há muito tempo, num país distante, era costume antigo, quando as pessoas ficavam muito velhinhas, já não podiam trabalhar e os familiares já não podiam cuidar delas, que as conduzissem à floresta ficando aí abandonadas.
Ora, acontece que chegada a hora, um filho pegou no seu velho pai e o levou para a floresta, onde o deixou. Na volta do caminho, ia pensando que quando era criança tinha achado estranho que também o seu pai, cumprindo a tradição, tivesse, um dia, guiado o seu avô doente e cego até ao interior da floresta, não tendo o mesmo voltado. Pensava com os seus botões que apesar de ter deixado uma broa de milho, ele se sentiria sozinho, triste e com frio.
E pensou: “Amanha vou voltar lá e deixar-lhe uma manta com que se tape nas noites frias!”
Assim fez. No dia seguinte pegou numa manta e foi ter com o pai. Quando chegou entregou a manta ao pai e virou costas. O pai chamou-o e disse-lhe, rasgando a manta ao meio:
- Filho, toma metade desta manta e guarda-a bem, pois ela irá fazer-te falta, quando fores velho.
O filho virou-se, abraçou o sue velho pai e conduziu-o de novo a casa, onde viveu em paz o resto dos seus dias. Conta-se que, a partir daqui, se abandonou a tradição e as pessoas mais velhas ficaram em paz.
Contam os antigos que daqui se pode tirar a seguinte lição:
“Filho és, pais serás, conforme fizeres assim acharás.”

Conta-me uma História (professora Paula Pereira)


O capuchinho vermelho
(História contada e recontada pela professora Paula Pereira)

Era uma vez, uma menina que se chamava capuchinho vermelho e que um dia a sua mãe lhe pediu para ir levar um cestinho com pão, leite e mel, para levar à sua avozinha, que estava um pouco doente.
Na ida para a casa da avó, encontrou um lobo, que lhe disse:
- Para onde vais minha linda menina?
- Vou levar um cestinho de comida para a minha avó que estava doente.
- Hum… então tu vais por este caminho, que eu vou pelo outro e vamos ver quem chega mais rápido.
O Capuchinho vermelho concordou assim com o lobo e seguiu o seu caminho, sem perceber que o seu percurso era o maior.
Nisto o lobo mau chega primeiro que o Capuchinho e bate à porta:
- Truz-truz!
- Quem é?
- Sou eu avozinha, o capuchinho vermelho!
-Ah! Entra, minha netinha, entra…
A avozinha apercebe-se que não era a sua neta e tentou esconder-se dentro de um armário, deixando cair os seus óculos.
O lobo mau achou muito estranho, mas lá entrou e agarrou nos óculos e enfiou-se na cama. Mais tarde, o capuchinho bate à porta e o lobo mau diz: Entra minha netinha entra!
- Olá avozinha, como está?
- Bem, minha querida netinha. O que trazes aí dentro do cesto?
- Trago pão, leite e mel para te curares mais depressa.
- Avozinha, porque tens os olhos tão grandes?
- É para te ver melhor minha netinha.
- Avozinha, porque tens umas orelhas tão grandes?
- É para te ouvir melhor, minha netinha.
- Oh avozinha e porque tens a uma boca tão grande?
- É para te comer melhor!!!
O capuchinho vermelho grita e é nisto que aparece o lenhador e dá uma paulada ao lobo mau e este sai com o rabinho entre as pernas!


(História contada e recontada pela professora Paula Pereira)

quarta-feira, 11 de março de 2009

A caixa de palavras - O planeta Irís

Da caixa saíram 30 palavras, que libertaram as asas para a imaginação de todos... O planeta Íris, onde residem, a Máxima, a Vera, a Diana e a Patrícia, foi feito das palavras que se escondiam no fundo da caixa. Parabéns às alunas pela apresentação e pela criatividade revelada na construção da história.




No planeta Íris havia todos os anos um festival, era um festival rico em cores do arco-íris. Este festival, era visitado por estrangeiros de outros planetas.
O avô duende, habitava numa nuvem e era vizinho da estrela Rosinha, que morava no céu. No planeta Íris, havia uma nuvem fantasma. A nuvem tinha este nome, porque nela morava um relâmpago. O avô duende, estava com medo que a chuva não viesse ao festival, pois esta e a luz (a melhor amiga do sol) iriam formar, um arco-íris gigantesco.
O Pinóquio, que era um estrangeiro do planeta Disney, veio ao banquete do festival, e trouxe consigo, um melão mágico, para oferecer a todos os seus amigos.
O capitão Gancho, ao chegar, pegou na caixa de fósforos e começou a assar o frango no fogão, enquanto a carochinha vestia o seu belo vestido vermelho da cor de um tomate.
Enquanto se faziam os preparativos do festival, o cachorro pluto teve um acidente! Queimou o nariz na lareira. Os seus amigos assustaram-se! Levaram-no logo de urgência no autocarro mágico, para o planeta dos Dói-dóis.
Quando lá chegaram, o pluto foi atendido pelo doutor Ruivo que tinha o cabelo, muito cor-de-laranja. Este meteu um plástico curativo no Narizinho do Pluto, que logo melhorou.
De regresso ao festival, o menino lápis, atrasado como sempre, chegava muito atrapalhado de trotinete.
Com um estalar de dedo, deu-se início ao grande festival das cores do arco-íris, no final, o planeta íris estava muito colorido.
A luz e a chuva fizeram o gigantesco arco-íris, que iluminou todo o planeta de lindas cores!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Uma caixa de palavras



Com uma caixa de palavras, quantas histórias podemos construir?
Hoje, abrimos uma caixa cheia de palavras... cada grupo vai ter a missão de construir uma história, utilizando todas as palavras, dando-lhe um sentido e uma forma...tendo em conta o puúblico-alvo da actividade...

As palavras que saíram da caixa...
Planeta, Fogão, Lápis, Estrangeiro, Lareira, Festival, Cachorro, Chuva, luz, Pinóquio, relâmpago, fantasma, caixa de fósforos, frango, tomate, estrela, ruivo, trotinete, plástico, dedo, gancho, avô, duende, nuvem, melão, autocarro, urgência, rico, pobre, final

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Conta-me uma história

Conta-me uma história
Abre-me as asas da tua imaginação...



Os nossos jovens encheram a sala de fantasia e imaginação, ao contarem as suas histórias...
Princesas, ursos, porcos, leões, panteras e muita magia, transformaram uma aula, num momento único.
Estão todos de parabéns!

Fátima Campos

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O porco porcolas


O porco que não queria ser porco

Era uma vez um porco chamado Porcolas que morava numa quinta. Com ele moravam o resto dos animais da quinta. Cãozolas, o cão, Vacolas a vaca e Patolas, a Pata.
Porcolas não gostava de ser Porco e estava farto que os outros animais o chamassem Porco.
Ia Porcolas a passar na quinta quando o Cãozolas interrompe o seu passeio e diz:
- Ó Porcolas és mesmo porco pá, vai-te lavar...ÃO…ÃO
Porcolas continuou o seu caminho e não ficou triste não ligando ao que disse o Cão Cãozolas. Pela sua caminhada voltou a ser interrompido pela vaca Vacolas.
- Porco Porcolas…Muh…Muh… Estás sempre todo sujo e a cheirar mal…
Desta vez o porco continuou a sua caminhada um pouco triste, e foi apanhar um banho de lama, para ver se ficava contente. Nisto chega a pata Patolas que lhe diz:
- Com esses banhos de lama nunca deixarás de ser Porco…Qua…Qua
Porcolas fica então muito triste e decide deixar de ser porco. Começa a andar em direcção ao lago da quinta e toma um belo banho com muito sabão, de forma a ficar todo lavadinho. No outro dia, começa a passear pela quinta todo orgulhoso do seu novo aspecto. Passa pelo Cão Cãozolas que lhe diz:
- Então Porco, tudo bem?
Fica espantado e dirige-se até à Vaca, Vacolas:
- Então Porco Porcolas, estás diferente. Não pareces o mesmo Porco.
Porcolas não percebeu porque lhe continuavam a chamar Porco se já tinha tomado banho. Nisto passa pela Pata Patolas que lhe diz:
- Ó porco, tiveste a tomar banho no lago e sujaste tudo!!! Preferia quando eras um porco de verdade e só sujavas a tua casa.
Porco Porcolas ficou muito confuso, porque apesar de ter tentado deixar de ser porco todos o continuavam a chamar porco.
Foi ter com o animal mais velho da quinta, o Burro Burrolas. Perguntou porque ainda lhe chamavam Porco. Burro Burrolas diz-lhe então:
- Não vale a pena tentares mudar o teu aspecto, porque cada um é como é.
Assim, Porco Porcolas voltou a ser o Porco mais Porco da quinta.

Porco Porcolas Porco Porcolas
És o porco do pessoal
Porco Porcolas Porco Porcolas
Gostamos de ti a cheirar mal

Ana Isabel, nº1 - Bruna Ferreira, nº5 - Fábio Machuqueiro, nº8 - Vânia Piedade, nº23

O leão e a pantera


O leãozinho, a sua amada e a Pantera

Era uma vez um leãozinho, que andava pela selva à procura de comida. Durante o seu caminho, encontrou uma leoazinha e ficou tontinho de tanta beleza. Estavam tão felizes, que os passarinhos cantarolavam ao vê-los passar.
Mas, subitamente, ouviu-se um barulho! UUAAAAARRRR! Era uma pantera negra! A pantera e o bom leãozinho, lutaram pela bela leoa.
A luta terminou, o leão saiu ferido e desmaiou. Ao acordar, viu que a pantera tinha levado a sua amada. Ficou desesperado e saiu a correr, procurando-a por toda a selva. Fraco, triste, ferido, choroso, já cansado de tanto procurar, não aguentou e voltou a desmaiar. Uns amigos do leão que passeavam por aqueles lados, viram-no e foram ajudá-lo. Passado muitos dias, ele ficou curado e foi à procura da sua bela e amada companheira. Dias e dias foram passando e não a encontrava. Até que viu uma pantera sobre uma árvore, e perguntou:
- Oh tu aí! És a pantera que me agrediu e me roubou a leoa?
- Eu? Não te estarás enganado?
- Sim, sim eu sei, que és tu, onde esta a minha amada?
- Não sei do que falas…
- Não te faças de desentendido! Tu percebes e sabes bem do que falo!
- Ah! Estarás a referir-te a uma pequena e linda leoa?
- Sim, essa mesma.
- Essa pobre coitada, já se foi…! Muahahahahaha
- Não podes estar a falar a sério! Não sabes o que te espera.
- O que me farás?
- O mesmo que me fizeste… Ahahahahah
- Ai que meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeedo!
Nos seus olhares, havia um ódio assustador e arrepiante. Ambos, tinham um espírito de lutadores…
O leão agrediu a pantera fortemente, ouviram-se os gritos de dor, raiva e sofrimento, por toda a selva!!!
- GRRRRAAAAUUUU! Onde está está a minha leoooa!?
- UAAAAAARRR! Não te direi! Agora é minha!
- Veremos isso! GRRUUUUAAAAU!

Depois de uma longa luta, a pantera rendeu-se devolvendo-lhe a sua amada, saindo assim o leão o vencedor. O leão foi ao encontro da sua bela leoa, tiveram lindos leõezinhos e viveram felizes para sempre.

Ana Maria Brito Nº2 - Andreia Andrade Nº4 Miriam Delgado Nº 13

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O encantador mundo das histórias infantis...


O encantador mundo das histórias infantis...
Com o início do novo módulo da disciplina de Técnicas, o grupo começou o ano, a folhear livros infantis...
Hoje, trocámos histórias na sala...Cada um de nós, leu um livro e recontou uma história.
Pena, não haver espaço suficiente, para nos sentarmos em roda, como se voltássemos à sala do jardim de infância…
As histórias não têm idade, todos as gostamos de ouvir e de contar...
O desafio foi lançado! Em cada aula, há-de haver sempre alguém que conte uma história! Pequena, grande, escrita ou inventada? Não importa… a imaginação e a memória, têm autorização, para pularem e brincarem sem restrições… porque as histórias são mesmo assim: livres e sonhadoras!