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sábado, 10 de outubro de 2009

Contar histórias utilizando as novas tecnologias...

Uma história é sempre uma história, independentemente dos recursos que utilizamos para a contar... As tecnologias podem ser um meio importante para potenciar a criatividade e a imaginação...

A aplicação Myebook é um óptimo exemplo...

Da Web 2.0 com muita imaginação a Inês conta-nos a sua história de encantar utilizando o som e a imagem...



domingo, 22 de março de 2009

Conta-me uma história (Professora Paula Pereira)


O capuchinho vermelho
(História contada e recontada pela professora Paula Pereira)

Era uma vez, uma menina que se chamava capuchinho vermelho e que um dia a sua mãe lhe pediu para ir levar um cestinho com pão, leite e mel, para levar à sua avozinha, que estava um pouco doente.
Na ida para a casa da avó, encontrou um lobo, que lhe disse:
- Para onde vais minha linda menina?
- Vou levar um cestinho de comida para a minha avó que estava doente.
- Hum… então tu vais por este caminho, que eu vou pelo outro e vamos ver quem chega mais rápido.
O Capuchinho vermelho concordou assim com o lobo e seguiu o seu caminho, sem perceber que o seu percurso era o maior.
Nisto o lobo mau chega primeiro que o Capuchinho e bate à porta:
- Truz-truz!
- Quem é?
- Sou eu avozinha, o capuchinho vermelho!
-Ah! Entra, minha netinha, entra…
A avozinha apercebe-se que não era a sua neta e tentou esconder-se dentro de um armário, deixando cair os seus óculos.
O lobo mau achou muito estranho, mas lá entrou e agarrou nos óculos e enfiou-se na cama. Mais tarde, o capuchinho bate à porta e o lobo mau diz: Entra minha netinha entra!
- Olá avozinha, como está?
- Bem, minha querida netinha. O que trazes aí dentro do cesto?
- Trago pão, leite e mel para te curares mais depressa.
- Avozinha, porque tens os olhos tão grandes?
- É para te ver melhor minha netinha.
- Avozinha, porque tens umas orelhas tão grandes?
- É para te ouvir melhor, minha netinha.
- Oh avozinha e porque tens a uma boca tão grande?
- É para te comer melhor!!!
O capuchinho vermelho grita e é nisto que aparece o lenhador e dá uma paulada ao lobo mau e este sai com o rabinho entre as pernas!


(História contada e recontada pela professora Paula Pereira)

Conta-me uma história (Professora Rosa Duarte)


“Filho és, pai serás”
História contada e recontada pela professora Rosa Duarte

Conta-se que, há muito tempo, num país distante, era costume antigo, quando as pessoas ficavam muito velhinhas, já não podiam trabalhar e os familiares já não podiam cuidar delas, que as conduzissem à floresta ficando aí abandonadas.
Ora, acontece que chegada a hora, um filho pegou no seu velho pai e o levou para a floresta, onde o deixou. Na volta do caminho, ia pensando que quando era criança tinha achado estranho que também o seu pai, cumprindo a tradição, tivesse, um dia, guiado o seu avô doente e cego até ao interior da floresta, não tendo o mesmo voltado. Pensava com os seus botões que apesar de ter deixado uma broa de milho, ele se sentiria sozinho, triste e com frio.
E pensou: “Amanha vou voltar lá e deixar-lhe uma manta com que se tape nas noites frias!”
Assim fez. No dia seguinte pegou numa manta e foi ter com o pai. Quando chegou entregou a manta ao pai e virou costas. O pai chamou-o e disse-lhe, rasgando a manta ao meio:
- Filho, toma metade desta manta e guarda-a bem, pois ela irá fazer-te falta, quando fores velho.
O filho virou-se, abraçou o sue velho pai e conduziu-o de novo a casa, onde viveu em paz o resto dos seus dias. Conta-se que, a partir daqui, se abandonou a tradição e as pessoas mais velhas ficaram em paz.
Contam os antigos que daqui se pode tirar a seguinte lição:
“Filho és, pais serás, conforme fizeres assim acharás.”

quarta-feira, 11 de março de 2009

O planeta Íris

As histórias que saíram da caixa...

A caixa tinha apenas e só trinta palavras...Com a imaginação de todos, surgiram histórias de dentro da caixa...

Planeta Irís ( História criada e contada pela Máxima, Diana, Vera e Patrícia)



No planeta Íris havia todos os anos um festival, era um festival rico em cores do arco-íris. Este festival, era visitado por estrangeiros de outros planetas.
O avô duende, habitava numa nuvem e era vizinho da estrela Rosinha, que morava no céu. No planeta Íris, havia uma nuvem fantasma. A nuvem tinha este nome, porque nela morava um relâmpago. O avô duende, estava com medo que a chuva não viesse ao festival, pois esta e a luz (a melhor amiga do sol) iriam formar, um arco-íris gigantesco.
O Pinóquio, que era um estrangeiro do planeta Disney, veio ao banquete do festival, e trouxe consigo, um melão mágico, para oferecer a todos os seus amigos.
O capitão Gancho, ao chegar, pegou na caixa de fósforos e começou a assar o frango no fogão, enquanto a carochinha vestia o seu belo vestido vermelho da cor de um tomate.
Enquanto se faziam os preparativos do festival, o cachorro pluto teve um acidente! Queimou o nariz na lareira. Os seus amigos assustaram-se! Levaram-no logo de urgência no autocarro mágico, para o planeta dos Dói-dóis.
Quando lá chegaram, o pluto foi atendido pelo doutor Ruivo que tinha o cabelo, muito cor-de-laranja. Este meteu um plástico curativo no Narizinho do Pluto, que logo melhorou.
De regresso ao festival, o menino lápis, atrasado como sempre, chegava muito atrapalhado de trotinete.
Com um estalar de dedo, deu-se início ao grande festival das cores do arco-íris, no final, o planeta íris estava muito colorido.
A luz e a chuva fizeram o gigantesco arco-íris, que iluminou todo o planeta de lindas cores!