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quarta-feira, 18 de abril de 2012

ser criança---

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Quando as mensagens são sobre crianças desaparecidas e raptadas...

Editorial do Destak de 7 de Setembro de 2011


Isabel Stilwell editorial@destak.pt
Recebi um e-mail que dizia «Filho perdido – pais em desespero», compelindo a divulgar o apelo a todos os conhecidos, como era solicitado. Contudo, uma frase ridícula dizia: «Será que é por ser português que não passa na televisão?» Era óbvia a intenção de usar a ideia maldosamente criada aquando do desaparecimento de Maddie de que só as crianças estrangeiras têm direito a cobertura mediática em Portugal, para abafar o raciocínio lógico de quem estranhasse não ter ouvido falar de nada. Uma idiotice sem nome, porque, como é óbvio, os media nunca deixariam de dar uma notícia como esta, sobretudo caso se tratasse de uma criança portuguesa, mas que pelos vistos funciona, a avaliar pelo facto de o mail continuar a passar.
Para tirar teimas, liguei o número do alegado Fausto Carvalho de Jesus, pai do suposto Daniel, mas foi sem surpresa, confesso, que ouvi a mensagem de que o número não está atribuído. Saber que não há nenhum Daniel desaparecido é um alívio imenso, mas imaginar que há quem brinque com a solidariedade alheia é de enfurecer. De cada vez que se sabe que um destes apelos é falso, cria-se em nós mais um anticorpo à solidariedade, e tornamo-nos um bocadinho mais cépticos, e isso é, só por si, um verdadeiro crime.
No site do Instituto de Apoio à Criança, há mesmo um espaço dedicado aos «Hoax’s» (embustes) conhecidos, e que não passam de formas de espalhar vírus, ou de ‘roubar’ endereços, gerados pela boa fé de todos, e que são depois vendidos para fins comerciais. Para combater esta contra-informação, o IAC sugere que antes de passar o mail contacte o SOS Criança Desaparecida, através do e-mail soscriança@net.sapo.pt, para saber se é verdade. Se não for, evita ser cúmplice deste logro e roubar a fé na humanidade a mais alguém.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

as crianças e os seus direitos...

A criança deve ser respeitada
Em suma,
Na dignidade do seu nascer,
Do seu crescer,
Do seu viver.
Quem amar verdadeiramente a criança
Não poderá deixar de ser fraterno:
Uma criança não conhece fronteiras,
Nem raças,
Nem classes sociais:
Ela é o sinal mais vivo do amor,
Embora, por vezes, nos possa parecer cruel.
Frágil e forte, ao mesmo tempo,
Ela é sempre a mão da própria vida
Que se nos estende,
Nos segura
E nos diz:
Sê digno de viver!
Olha em frente!


Matilde Rosa Araújo

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Playreport - uma iniciativa do IKEA

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Concurso Europeu de Cartazes

Cartaz vencedor do Concurso Europeu de Cartazes
no âmbito do 20.º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança

domingo, 14 de março de 2010

Irena Sendler


[]



Uma senhora de 98 anos chamada Irena faleceu há pouco tempo.  

Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.

Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!)  
Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto.  
Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.

Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.  

Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.  

Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma arvore no seu jardim.  

Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a familia. A maioria tinha sido levada para aa câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adoptivos.  

No ano passado foi proposta para receber o Prémio Nobel da Paz... mas não foi seleccionada. quem o recebeu foi Al Gore por uns diapositivos sobre o Aquecimento Global

segunda-feira, 1 de março de 2010

Deixem as crianças serem apenas CRIANÇAS

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Relatório "Situação Mundial da Infância"

MANIFESTO pelas crianças migrantes não acompanhadas da União Europeia


«Por ocasião do 20º Aniversário da Convenção dos Direitos da Criança da ONU, a European Federation for Street Children (EFSC) teve a iniciativa de chamar a atenção para a problemática das crianças migrantes não acompanhadas na União Europeia, publicando um Manifesto adoptado no Fórum Europeu sobre Crianças de Rua [ “Migration of unaccompanied children: The increasing challenge to a Social EU - The origin countries in Central and Eastern Europe after the first years of EU membership”], que decorreu nos dias 24 e 25 de Setembro de 2009. Na sequência dessa iniciativa, o Instituto de Apoio à Criança, enquanto membro da EFSC, vem também divulgar o Manifesto, solicitando que o disseminem pelos vossos contactos».  

Fonte: Instituto de Apoio à Criança

As crianças migrantes

A educação constitui uma condição prévia essencial e desempenha um papel especialmente importante no êxito da integração das crianças migrantes, habilitando­‑as a darem o seu contributo para as nossas sociedades. Foi este o tema das conclusões adoptadas pelos Ministros da Educação da UE em 26 de Novembro. As crianças migrantes têm de enfrentar dificuldades que podem prejudicá-las na procura do sucesso social: normalmente, abandonam a escola mais cedo e com níveis de qualificação mais baixos, sendo os estudantes oriundos da migração que frequentam o ensino superior em menor número do que os estudantes não­‑migrantes. Além disso, outros problemas, tais como um baixo estatuto socioeconómico, as barreiras linguísticas, um apoio insuficiente por parte da família e da comunidade e a discriminação podem conduzi­‑las à marginalização e à exclusão. Para prevenir a segregação, há que reduzir a diferença que separa os alunos migrantes dos nativos. Deveriam tomar­‑se medidas para evitar situações em que as crianças de meios migrantes se concentrem em escolas de baixo rendimento. Tais situações poderão levar a que outras famílias retirem os seus filhos dessas escolas, privando deste modo as crianças migrantes do contacto com a língua e a cultura do país de acolhimento, que é vital para a sua integração. A educação e a migração são alguns dos aspectos subjacentes ao desenvolvimento socioeconómico e à competitividade da União Europeia. O Conselho (Educação), nas suas conclusões, convida os Estados­‑Membros da UE a assegurar que sejam dadas a todas as crianças oportunidades justas e equitativas bem como o apoio necessário para desenvolverem plenamente as suas potencialidades. Este objectivo pode ser alcançado nomeadamente através da eliminação de obstáculos dentro dos sistemas escolares, de uma melhor qualidade de ensino nas escolas e da redução das diferenças existentes.

Fonte: http://elosfamiliaescolacomunidade.blogspot.com 

domingo, 17 de janeiro de 2010

A tecnologia como ponte para a solidariedade...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

o primeiro cartaz do contentor de sorrisos...

Todos nós somos e temos filhos do coração...


Existem projectos solidários, em relação aos quais nos sentimos particularmente sensíveis e motivados. O projecto "FILHOS do CORAÇÃO" da responsabilidade da jornalista Alexandra Borges da TVI, é um projecto que nos aproxima da realidade chocante das crianças escravizadas do Gana.

Deste modesto blogue envio uma mão cheiao de felicitações pela coragem, determinação e humanismo de todos aqueles que directa ou indirectamente tornaram possível devolver a infância a estas crianças...

Bem hajam

Ver a reportagem


Fundação Touch a Life

terça-feira, 20 de outubro de 2009

O mundo fascinante das marionetas...




O mundo das marionetas é um mundo fascinante...
Em Virtual Puppeteers é possível criarmos as nossas marionetas, colaborar com outros artistas e apresentar os nossos próprios espectáculos.

Fascinante para grandes e pequenos artistas...

terça-feira, 5 de maio de 2009

Mães do mundo...

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Unicef - A SITUAÇÃO MUNDIAL DA INFÂNCIA 2009


A SITUAÇÃO MUNDIAL DA INFÂNCIA 2009 (relatório Unicef)

Risco máximo para as mulheres grávidas e para os recém-nascidos nos países em desenvolvimento.

A ocorrência de morte materna é 300 vezes superior nos países em desenvolvimento.


Paralelamente, uma criança nascida num país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais probabilidades de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida num país desenvolvido.

A saúde e a sobrevivência das mães e dos seus bebés estão interligadas, e muitas das intervenções que salvam as mães que acabaram de ter os seus bebés são benéficas para ambos. A edição de 2009 desta publicação de referência da UNICEF, A Situação Mundial da Infância 2009, destaca a relação estreita entre a sobrevivência materna e neonatal e recomenda medidas para colmatar o fosso que separa os países ricos dos pobres.

“Todos os anos, mais de meio milhão de mulheres morrem em consequência de complicações associadas à gravidez e ao parto, entre as quais cerca de 70.000 raparigas e mulheres jovens entre os 15 e os 19 anos,” afirmou Ann M. Veneman, Directora Executiva da UNICEF, na sessão de lançamento em Joanesburgo. “Desde 1990, as complicações decorrentes da gravidez e do parto foram responsáveis pela morte de cerca de 10 milhões de mulheres.”

Tanto as mães como os bebés são especialmente vulneráveis nos primeiros dias e semanas após o parto – um tempo crucial para intervenções vitais, tais como a realização de visitas pós-natais, a adopção de práticas de higiene adequadas e o acesso a aconselhamento sobre os sinais de alerta relativos à saúde materna e neonatal.

Embora muitos países em desenvolvimento tenham feito grandes progressos nos últimos anos relativamente à melhoria das suas taxas de sobrevivência infantil, os avanços na redução da mortalidade materna foram bem menores.

O Níger e o Malawi, por exemplo, diminuíram para quase metade as suas taxas de mortalidade de menores de 5 anos entre 1990 e 2007, e em Angola a taxa de mortalidade infantil desceu de 258 para 158 por mil nados-vivos no mesmo período de tempo. Na Indonésia, as taxas de mortalidade de menores de 5 anos baixaram para perto de um terço do que eram em 1990, e no Bangladesh caíram mais de metade.

Veja um vídeo baseado nos dados do relatório aqui

Consultar o relatório