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quinta-feira, 11 de março de 2010

Logotipo e Lema da Campanha do Concurso Conectando Mundos

Chegar, ver e vencer…numa escola 100 diferenças

Queremos uma Escola que lute contra o preconceito, respeite a diferença e derrube barreiras. Os jovens e crianças migrantes, devem encontrar na Escola um espaço de colaboração e partilha e um ponto de encontro de diferentes culturas. A cada aluno deve ser dada a oportunidade de chegar, ver e vencer, numa escola 100 diferenças.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Projecto 100 diferenças

O nosso projecto "100 diferenças" começa a ganhar asas rumo a um mundo de todas as cores

segunda-feira, 1 de março de 2010

Países africanos debatem protecção de crianças migrantes

 Países africanos debatem protecção de crianças migrantes

Encontro de três dias conta com o apoio das Nações Unidas; muitos países africanos ainda não ratificaram as Convenções de Haia sobre crianças.
Representantes de 15 países da África Oriental e Austral estão reunidos em Pretória, capital da África do Sul, para discutirem o reforço da cooperação na área de protecção de crianças migrantes.
O encontro de três dias, que tem o apoio das Nações Unidas, termina na quinta-feira.

O director-geral do Fundo da ONU para a Infância, Unicef, As Sy, disse que é importante proteger todas as crianças da região, particularmente orfãs e vulneráveis, dos riscos do tráfico humano, exploração e abusos.
Ele acrescentou que a agência está empenhada em apoiar todos os países nos seus esforços para cumprirem com as obrigações das Convenções de Haia, sobre crianças.
Os quatro acordos inter-governamentais foram aprovados em 1980 e cobrem as áreas de sequestro de crianças, adopção entre países, protecção e recuperação internacional de pensões alimentícias.
Apesar de vários governos do continente terem ratificado a Carta Africana sobre os Direitos e Bem Estar das Crianças e a Convenção da ONU sobre o assunto, muitos países ainda não ratificaram as Convenções de Haia. Elas visam unificar a legislação internacional existente sobre o tema e fornecer um quadro legal global para movimentos de crianças entre Estados.

Segundo uma pesquisa recente do Unicef, a África do Sul alberga milhares de crianças migrantes não acompanhadas, tanto de nações vizinhas, como o Zimbabué, como do próprio país.
A reunião é organizada pelo governo sul-africano com o apoio do Unicef e reúne delegados de 15 países, incluindo Angola e Moçambique.

Rádio ONU

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Um mundo a cores

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

o PRECONCEITO...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Relatório "Situação Mundial da Infância"

Os Migrantes em PORTUGAL

Situação dos migrantes em Portugal


Foto: OIM
Foto: OIM
Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque.



A migração pode ser uma experiência positiva e enriquecedora não só para os próprios migrantes mas também para as sociedades de origem e de acolhimento.
Contudo, para muitos migrantes a realidade é bem diferente: são confrontados com situações de discriminação, exploração e violência.
A afirmação consta da mensagem divulgada esta sexta-feira pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, por ocasião do Dia Internacional dos Migrantes.

Segundo estimativas das Nações Unidas, 3% da população mundial, cerca de 200 milhões de pessoas, viviam em 2009 fora do país onde nasceram.

Para Ban, a crise económica exacerbou a vulnerabilidade dos migrantes. Muitos países impuseram restrições mais serevas à circulação de pessoas e adoptaram medidas mais duras contra a forma ilegal desse fenómeno.
Portugal é um país de acolhimento para milhares pessoas provenientes principalmente de países africanos de língua portuguesa, do Brasil e do leste da Europa.

Numa entrevista à Rádio ONU, a representante da Organização Internacional para Migrações, OIM, em Lisboa, Mónica Goracci, falou sobre as várias dimensões e desafios da migração em Portugal.

Ouvir a entrevista aqui
Fonte: Rádio das Nações Unidas

MANIFESTO pelas crianças migrantes não acompanhadas da União Europeia


«Por ocasião do 20º Aniversário da Convenção dos Direitos da Criança da ONU, a European Federation for Street Children (EFSC) teve a iniciativa de chamar a atenção para a problemática das crianças migrantes não acompanhadas na União Europeia, publicando um Manifesto adoptado no Fórum Europeu sobre Crianças de Rua [ “Migration of unaccompanied children: The increasing challenge to a Social EU - The origin countries in Central and Eastern Europe after the first years of EU membership”], que decorreu nos dias 24 e 25 de Setembro de 2009. Na sequência dessa iniciativa, o Instituto de Apoio à Criança, enquanto membro da EFSC, vem também divulgar o Manifesto, solicitando que o disseminem pelos vossos contactos».  

Fonte: Instituto de Apoio à Criança

Crianças migrantes e educação (relatório)

Crianças migrantes e educação:  
um desafio para os sistemas educativos da UE. 



Consulte o documento aqui 

As crianças migrantes

A educação constitui uma condição prévia essencial e desempenha um papel especialmente importante no êxito da integração das crianças migrantes, habilitando­‑as a darem o seu contributo para as nossas sociedades. Foi este o tema das conclusões adoptadas pelos Ministros da Educação da UE em 26 de Novembro. As crianças migrantes têm de enfrentar dificuldades que podem prejudicá-las na procura do sucesso social: normalmente, abandonam a escola mais cedo e com níveis de qualificação mais baixos, sendo os estudantes oriundos da migração que frequentam o ensino superior em menor número do que os estudantes não­‑migrantes. Além disso, outros problemas, tais como um baixo estatuto socioeconómico, as barreiras linguísticas, um apoio insuficiente por parte da família e da comunidade e a discriminação podem conduzi­‑las à marginalização e à exclusão. Para prevenir a segregação, há que reduzir a diferença que separa os alunos migrantes dos nativos. Deveriam tomar­‑se medidas para evitar situações em que as crianças de meios migrantes se concentrem em escolas de baixo rendimento. Tais situações poderão levar a que outras famílias retirem os seus filhos dessas escolas, privando deste modo as crianças migrantes do contacto com a língua e a cultura do país de acolhimento, que é vital para a sua integração. A educação e a migração são alguns dos aspectos subjacentes ao desenvolvimento socioeconómico e à competitividade da União Europeia. O Conselho (Educação), nas suas conclusões, convida os Estados­‑Membros da UE a assegurar que sejam dadas a todas as crianças oportunidades justas e equitativas bem como o apoio necessário para desenvolverem plenamente as suas potencialidades. Este objectivo pode ser alcançado nomeadamente através da eliminação de obstáculos dentro dos sistemas escolares, de uma melhor qualidade de ensino nas escolas e da redução das diferenças existentes.

Fonte: http://elosfamiliaescolacomunidade.blogspot.com