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domingo, 12 de setembro de 2010

um novo ano... é preciso acreditar...

Um novo ano...
é preciso renovar os sonhos...
é preciso acreditar que podemos transformar...
o mundo | nós próprios...
é preciso ver no espaço finito da vida a infinitude dos momentos que podemos usufruir...



domingo, 14 de março de 2010

Irena Sendler


[]



Uma senhora de 98 anos chamada Irena faleceu há pouco tempo.  

Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.

Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!)  
Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto.  
Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.

Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.  

Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.  

Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma arvore no seu jardim.  

Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a familia. A maioria tinha sido levada para aa câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adoptivos.  

No ano passado foi proposta para receber o Prémio Nobel da Paz... mas não foi seleccionada. quem o recebeu foi Al Gore por uns diapositivos sobre o Aquecimento Global

domingo, 7 de março de 2010

Mais uma vez um NÃO à VIOLÊNCIA

Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas.

Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.

Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher".

Parabéns a todas as mulheres, por este dia e por todos os dias, em que a sua sensibilidade e forma única de ver e estar no MUNDO têm contribuído para a construção de um mundo melhor.

Professora Fátima Campos

sábado, 6 de março de 2010

Diz NÃO ao BULLYING

Todos nós temos o direito de viver sem violência! Todos nós temos o dever de denunciar todas as situações de violência escolar que tivermos conhecimento.

Consulta e divulga no teu blogue o Portal de Luta contra o Bullying 

Não ao BULLYING

segunda-feira, 1 de março de 2010

Deixem as crianças serem apenas CRIANÇAS

Contra a escola-armazém

Contra a escola-armazém



Daniel Sampaio

 
Merece toda a atenção a proposta de escola a tempo inteiro (das 7h30 às 19h30?), formulada pela Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap). Percebe-se o ponto de vista dos proponentes: como ambos os progenitores trabalham o dia inteiro, será melhor deixar as crianças na escola do que sozinhas em casa ou sem controlo na rua, porque a escola ainda é um território com relativa segurança. Compreende-se também a dificuldade de muitos pais em assegurarem um transporte dos filhos a horas convenientes, sobretudo nas zonas urbanas: com o trânsito caótico e o patrão a pressionar para que não saiam cedo, será melhor trabalhar um pouco mais e ir buscar os filhos mais tarde.

Ao contrário do que parecia em declarações minhas mal transcritas no PÚBLICO de 7 de Fevereiro, eu não creio à partida que será muito mau para os alunos ficar tanto tempo na escola. Quando citei o filme Paranoid Park, de Gus von Sant, pretendia apenas chamar a atenção para tantas crianças que, na escola e em casa, não conseguem consolidar laços afectivos profundos com adultos, por falta de disponibilidade destes. É que não consigo conceber um desenvolvimento da personalidade sem um conjunto de identificações com figuras de referência, nos diversos territórios onde os mais novos se movem.

O meu argumento é outro: não estaremos a remediar à pressa um mal-estar civilizacional, pedindo aos professores (mais uma vez...) que substituam a família? Se os pais têm maus horários, não deveriam reivindicar melhores condições de trabalho, que passassem, por exemplo, pelo encurtamento da hora do almoço, de modo a poderem chegar mais cedo, a tempo de estar com os filhos? Não deveria ser esse um projecto de luta das associações de pais?

Importa também reflectir sobre as funções da escola. Temos na cabeça um modelo escolar muito virado para a transmissão concreta de conhecimentos, mas a escola actual é uma segunda casa e os professores, na sua grande maioria, não fazem só a instrução dos alunos, são agentes decisivos para o seu bem-estar: perante a indisponibilidade de muitos pais e face a famílias sem coesão onde não é rara a doença mental, são os promotores (tantas vezes únicos!) das regras de relacionamento interpessoal e dos valores éticos fundamentais para a sobrevivência dos mais novos. Perante o caos ou o vazio de muitas casas, os docentes, tantas vezes sem condições e submersos pela burocracia ministerial, acabam por conseguir guiar os estudantes na compreensão do mundo. A escola já não é, portanto, apenas um local onde se dá instrução, é um território crucial para a socialização e educação (no sentido amplo) dos nossos jovens. Daqui decorre que, como já se pediu muito à escola e aos professores, não se pode pedir mais: é tempo de reflectirmos sobre o que de facto lá se passa, em vez de ampliarmos as funções dos estabelecimentos de ensino, numa direcção desconhecida. Por isso entendo que a proposta de alargar o tempo passado na escola não está no caminho certo, porque arriscamos transformá-la num armazém de crianças, com os pais a pensar cada vez mais na sua vida profissional.

A nível da família, constato muitas vezes uma diminuição do prazer dos adultos no convívio com as crianças: vejo pais exaustos, desejosos de que os filhos se deitem depressa, ou pelo menos com esperança de que as diversas amas electrónicas os mantenham em sossego durante muito tempo. Também aqui se impõe uma reflexão sobre o significado actual da vida em família: para mim, ensinado pela Psicologia e Psiquiatria de que é fundamental a vinculação de uma criança a um adulto seguro e disponível, não faz sentido aceitar que esse desígnio possa alguma vez ser bem substituído por uma instituição como a escola, por melhor que ela seja. Gostaria, pois, que os pais se unissem para reivindicar mais tempo junto dos filhos depois do seu nascimento, que fizessem pressão nas autarquias para a organização de uma rede eficiente de transportes escolares, ou que sensibilizassem o mundo empresarial para horários com a necessária rentabilidade, mas mais compatíveis com a educação dos filhos e com a vida em família.

Aos professores, depois de um ano de grande desgaste emocional, conviria que não aceitassem mais esta "proletarização" do seu desempenho: é que passar filmes para os meninos depois de tantas aulas dadas - como foi sugerido pelos autores da proposta que agora comento - não parece muito gratificante e contribuirá, mais uma vez, para a sua sobrecarga e para a desresponsabilização dos pais.



© Copyright PÚBLICO Comunicação Social SA

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Dia Escolar da Não-Violência e da Paz (30 de Janeiro de 2010)

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Especialistas em criatividade sugerem:


 

Não pensar em nada faz falta. De vez em quando é preciso descansar a cabeça e deixar vaguear os pensamentos, sem os controlar. Esse tempo de tranquilidade e silêncio renovam a forma como vemos o mundo. Quando a poeira assenta no chão, novas imagens emergem.

Abertura e curiosidade são essenciais para «alimentar» a criatividade. Isto implica julgar menos, censurara menos, ser mais maleável, compreensivo e aberto a novas ideias. O que é novo é saudável. Um mundo fechado tem tendência a ficar pouco «oxigenado.

Treine a maleabilidade. Aprenda a pensar num problema sob vários ângulos, de várias formas, invertendo os pressupostos, variando as perspectivas. Do ponto de vista fisiológico, o cérebro é maleável, as suas funções não se restringem a áreas específicas. Cada área pode acumular várias funções. Por isso, treine-o e ele responderá mais rápida e acertadamente às questões que se lhe apresentarem.


 
Trabalhe em rede, sempre que possível. Hoje, cada vez mais se trabalha em equipa, estimulando a troca e a partilha de ideias. Ser criativo em conjunto é mais enriquecedor e produtivo do que pensar sozinho.



Durma sobre os assuntos. Para ser criativo é preciso pensar, estudar, elaborar o pensamento e deixar tudo em descanso ou «incubação». Mais tarde, as respostas diferentes chegam. A criatividade não cai do céu, trabalha-se.


Exercite a sua criatividade. Use a imaginação, a originalidade, a vontade de experimentar ideias novas, a capacidade de jogar imaginativamente com noções e combinações de ideias e de criar novas classificações e sistematizações que desafiam as convencionais
 
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=37406&op=all

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

E nunca sequer nos passou pela cabeça saber se tínhamos ou não preparação técnica...



O psicólogo

2009-10-24

Há muito tempo que não via a Lurdes, minha antiga colega de faculdade. Daí a gargalhada de ambas quando esbarrámos no café, e lá abancámos diante de uma bica, a pôr a vida em dia. Saltaram as fotografias da carteira, e o relato fatal das gracinhas infantis.

É então que ela me diz, apontando para a cara risonha do seu neto de três anos, "este até já anda no psicólogo". Eu fiquei sem saber o que dizer, tanto mais que a Lurdes falara com um indisfarçável orgulho na voz, assim como se dissesse, "este já anda no judo e é cinturão negro".

Que eu soubesse não tinha havido revolução de maior na vida da criança, nem pais separados, nem um novo irmão, nem nenhum morto, mas a Lurdes, com um sorriso condescendente, lá explicou que o recurso ao psicólogo se devia ao facto de a criança ir entrar agora pela primeira vez para a escola infantil: "Eventualmente poderá haver um problema de rejeição da escola, e é preciso tratar." Ainda perguntei por que não eram os pais a ocupar-se disso - mas logo a Lurdes disse que nem pensar, porque os pais não tinham "preparação técnica".

E pronto. Lá vai a criança, de três anos de idade, todas as semanas ao psicólogo, que a ajuda a resolver um problema que muito possivelmente ela nem nunca terá. Ou seja: que lhe dirá (espero…) aquilo que nós todos dizemos às nossas crianças em alturas semelhantes: vais gostar muito de brincar com os outros meninos, vais aprender muitos jogos, e muitas cantigas, etc.,etc…

Mas hoje os pais já quase não sabem falar ou brincar com as crianças. Pensam que brincar é uma coisa que só se faz diante de um ecrã. Brincar com uma criança é, cada vez mais, pô-las a ver televisão, ou atirar-lhes com um computador para que fiquem horas a fazer jogos.

E não há nada mais triste do que uma pessoa que não sabe conversar nem brincar com uma criança.

Uma pessoa que olha para uma criança como se ela fosse um país estrangeiro. Um país inimigo.

Por isso, despeço-me da Lurdes e chego a casa estupidamente cheia de saudades da minha mesa da casa de jantar, que range mal se lhe toca, que tem a tábua do meio partida e as pernas desengonçadas - mas que os meus filhos me proíbem de substituir, porque foi nela que o pai os ensinou a jogar ping-pong; e nem me importo com os buracos ainda visíveis na parede ao fundo do corredor, do tempo em que lá estava pregado um cesto de basquete onde todos exercitavam a pontaria; e lembro a choradeira que foi no dia em que decidimos lavar a parede do quarto do meu filho (o rapaz já tinha entrado na faculdade!) onde ele e o pai escreviam todas as coisas que queriam dizer um ao outro e às vezes não tinham coragem.

E nunca sequer nos passou pela cabeça saber se tínhamos ou não preparação técnica.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Notícias dos estágios...

A pouco e pouco vão cainda na minha caixa de correio mensagens sobre a forma como decorreu o primeiro dia de formação em contexto de trabalho...
Fico feliz por todos aqueles que se sentiram como "peixinhos na água".
Terça-feira lá estaremos para partilharmos as nossas experiências...

Fátima Campos

terça-feira, 16 de junho de 2009

Nem sempre o tempo e a tecnologia ajudam...

A tecnologia anda muito pouco saudável na nossa escola. Os computadores e os discos de armazenamento, estão repletos de virus. A situação atingiu uma gravidade tal, que foram vários os computadores, discos amovíveis e externos que simplesmente "desligaram".

Ficará para "mais tarde", uma reflexão mais aprofundada, sobre o valor do saber, que se encontra explicita ou tácitamente, guardado em múltiplos dispositivos de armazenamento.

Fátima Campos

domingo, 17 de maio de 2009

A semana da Criança

No sentido de continuarmos um percurso comum, recheado de objectivos comuns, a semana da CRIANÇA, tem sido uma estratégia, para que o grupo se sinta cada vez mais forte, mais vocacionado para projectos comuns, e para que a identidade colectiva da turma, tão importante, para a sua formação enquanto comunidade, seja uma realidade reconhecida por outros grupos e outras comunidades.

Desde os convites, à planificação, à expectativa de recebermos as crianças das escolas amigas, dia após dia, temos descoberto, que os projectos são bem mais exequíveis se unirmos os esforços e formos coesos enquanto grupo...

Sinto que o grupo se torna mais fluído e mais unido, quando existem projectos, concretos e reais, que respondem a problemas também eles reais.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Mães do mundo...

sábado, 25 de abril de 2009

A liberdade...

Comemora-se hoje, 35 anos de uma revolução, que transformou o nosso país, a nossa forma de viver e conviver...

Uma data que deixou muitas marcas e muitos sinais no tempo!

Zeca Afonso, é para mim uma referência... Cresci a ouvi-lo e a respeitá-lo como homem e senhor da revolução...
É com o Zeca, que comemoro convosco, o 25 de Abril, que, mais do que uma data, representa a liberdade de um povo... a revolta, e a força daqueles que acreditaram sempre que era POSSÍVEL...

Fátima Campos

terça-feira, 21 de abril de 2009

Stay in my Memory by Bim

Stay in my Memory by Bim
Uma animação espectacular... o som, o movimento... a mensagem...

sexta-feira, 6 de março de 2009

Para todas as mulheres...



Tem sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece,
os dias convertem-se em anos...

Mas o que é mais importante não muda;
A tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.

Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.

Enquanto estiveres viva, sente-te viva.
Se sentes saudades do que fazias, volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias amarelecidas...
Continua, quando todos esperam que desistas.
Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti.
Faz com que em vez de pena, te tenham respeito.
Quando não conseguires correr através dos anos,
Trota
Quando não consigas trotar, caminha.
Quando não consigas caminhar, usa uma bengala.
Mas nunca te detenhas!!!.

Madre Teresa de Calcutá