
Um grupo de crianças entre 8 e 10 anos de uma escola britânica levou a cabo um estudo sobre as abelhas e conseguiu vê-lo publicado na revista “Biology Letters”, da Royal Society.
A Royal Society é uma das associações científicas mais tradicionais e prestigiadas do mundo, sendo muito exigente ao aceitar novos investigadores, pelo que foi uma grande surpresa quando estas crianças o conseguiram, ao publicar o seu trabalho.
O estudo versa sobre a capacidade das abelhas de usar padrões de cores para escolher as flores das quais vão recolher o pólen e foi realizado com o acompanhamento do neurocientista Beau Lotto, da University College London, pai de uma das crianças da escola.
Os jovens investigadores, que fizeram o seu trabalho de forma séria, desenhando tabelas em lápis de cor para recolher os dados e escrevendo depois os resultados, concluíram que as abelhas podem seguir combinações de cores como forma de orientação no espaço e na tomada de decisão da flor a escolher.
Os jovens investigadores, que fizeram o seu trabalho de forma séria, desenhando tabelas em lápis de cor para recolher os dados e escrevendo depois os resultados, concluíram que as abelhas podem seguir combinações de cores como forma de orientação no espaço e na tomada de decisão da flor a escolher.
As crianças chegarão também à conclusão de que a ciência é divertida, já que lhes dá a capacidade de descobrir coisas que ninguém antes sabia. O director da revista defende também este ponto, desejando que com a publicação desta investigação os jovens percebam que a ciência não é um mundo fechado, mas sim algo aberto para todos e qualquer um.
A investigação foi publicada juntamente com o comentário científico de dois especialistas, Laurence Mahoney, da Universidade de Nova York, e Natalie Hempel de Ibarra, da Universidade de Exeter, que cobriram desta forma a falta de referências bibliográficas do trabalho das crianças.

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